O Meu Tempo

Roberto Macchado numerólogo.  

Nova Corrente da Numerologia Pitagórica

Atuamos em todo o Brasil e para o exterior.

Roberto Macchado – numerólogo

 

Para a vida nada tenho a pedir.

Somente agradecer.

 

Por volta de meus 14 anos senti necessidade interior de ter uma profissão que eu pudesse levar as pessoas alguma informação.

Não era informação de cunho comercial, ou profissional ou exterior.

Tratava-se duma necessidade interior de levar as pessoas alguma informação sobre elas e sobre as suas vidas.

Mas!

Com tão pouca idade minha vida seria desenhada de outra forma.

Iniciei na profissão como auxiliar de escritório.

Aos 19 anos fui para a área de Comunicação. Trabalhando com marketing e atuando em pesquisa de mercado onde permaneci até meus 37 anos.

Nessa idade, senti acentuada necessidade interior de abandonar tudo. Largar meus trabalhos em pesquisa. Não suportava mais esse tipo de trabalho e, tão pouco, conseguia conviver harmoniosamente com meus colegas de trabalho.

Decidi então, largar tudo.

 

E, dos 37 aos 40 anos, fui marreteiro clandestino em feiras de artesanato.

Produzia baús, bandejas e quadros de madeira envelhecidos e com estampas místicas e esotéricas.

Em seguida, incluí nas vendas os gnomos de gesso pintados na cor dos signos e carregando a pedra de cada signo. E a comercialização de pedras dos signos.

Foram 3 anos em que minha vida era absolutamente instável.

Morei em vários lugares.

Ora conseguia viver com certa tranquilidade financeira.

 

No início de meus 41 anos minha vida começou a desenhar caminhos diferentes.

Na verdade, eu não percebi como esses novos caminhos se apresentavam em minha vida. Fui perceber somente aos 45 anos. Onde tive uma leve sensação como tudo tinha acontecido nos últimos 4 anos de minha vida.

 

Quase no final de meus 41 anos fundei a ABRAN Associação Brasileira de Numerologia e nela atuei como presidente por 18 anos.

Nesse período de 18 anos escrevi 4 livros sobre Numerologia, ministrei cursos, prestei serviços e administrei a ABRAN.

 

Aos 59 anos a ampulheta do tempo de minha vida seria virada.

Como virada tinha sido outras vezes.

Era preciso viver um novo tempo. Que eu chamo de: o meu tempo.

 

Por 4 vezes tive que recomeçar minha vida:

Aos 14 anos como auxiliar de escritório.

Aos 19 anos em marketing.

Aos 41 anos quando me tornei numerólogo.

E aos 59 anos quando tive de provar a mim se realmente acreditava na descoberta que tinha feito de como orientar pessoas sobre elas e sobre as suas vidas através da Numerologia Pitagórica.

Penso que não importa o papel que desenvolvemos na vida. O importante, mesmo, é como desenvolver esse papel de maneira equilibrada, consequente e progressiva.

 

Acredito que na vida tem história com o final pré-determinado. Quando esse fim chegar indica que não há mais nada a fazer. Apenas aceitar. Acabou essa história em nossa vida.

Outra história de nossa vida apresenta no final ... para que possamos vive-la e terminar essa história.

Descobri que a vivência saudável e equilibrada de cada história de nossa vida está no fato de saber identificar a história que acabou daquela que ainda poderemos viver.

 

A numerologia tem o seguinte conceito:

Para que algo novo aconteça na vida humana será preciso que o ser humano primeiro abra mão de algo que está vivendo deixando um lugar vazio.

Somente assim, o novo nascerá no lugar que ficou vazio.

 

A força que precisei para recomeçar minha vida.

Terminar histórias.

Continuar histórias.

Viver uma nova história

Acredito ter vindo através duma visão que tenho sobre a vida e que me acompanha desde a adolescência.

 

Vejo a vida como uma festa

Ora, você será o anfitrião. A razão da festa.

Ora, você será o convidado de honra. O centro da festa.

Ora, você será um convidado. Um participante da festa.

 

Em certo momento será um serviçal na festa. O ajudante da festa.

Em outro, não será convidado para a festa. O excluído da festa.

E ainda, haverá um outro momento que você não será avisado sobre a festa. O esquecido da festa.

 

Seja qual for o seu momento na festa.

O importante mesmo, não é a festa.

É somente o papel que você poderá, ou não, desenvolver na festa.

 

Quando você conseguir praticar adequadamente todos os papéis na festa estará pronto para viver a festa, que é a sua vida.

 

Para aquele que tentar perpetuar o seu papel na festa restará somente a condição de o Excluído.

Para aquele que tentar barganhar o seu papel na festa, permanecerá, por longo tempo, como o Esquecido.

Para aquele que aceitar com dignidade o seu papel na festa tornará a sua vida numa festa interminável.

 

A festa é perpétua.

Os papéis são designados conforme as nossas ações do passado.

E é, exatamente, a intermitência de papéis, que faz a vida ser uma festa contínua.

Abraço.

Roberto Macchado – numerólogo

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